40 horas ao volante pela Península Arábica revelaram um Omã surpreendente, com praias tropicais e paisagens que lembram o Nordeste brasileiro.

Desbravando a Península Arábica ao Sul do Estreito de Ormuz


Mais de 3.000 quilômetros, 40 horas ao volante e uma surpresa inesperada: um Omã de praias tropicais e paisagens que lembram o Nordeste brasileiro.


Além das estradas entre Dubai e Salalah


O que existe além das estradas que ligam Dubai a Salalah?


Partimos sem grandes expectativas e voltamos com uma coleção de memórias que transformou uma simples viagem em uma das experiências mais marcantes que já vivemos.


Foram mais de 3.000 quilômetros percorridos em seis dias, cerca de 40 horas ao volante e uma travessia que revelou uma face pouco conhecida da Península Arábica. Ao sul do Estreito de Ormuz, encontramos muito mais do que desertos: descobrimos cidades históricas, montanhas imponentes, praias selvagens, vales exuberantes e uma hospitalidade que nos acompanhou por todo o caminho.


E eu tive a melhor copilota que poderia desejar para essa aventura: minha filha de 10 anos.


Entre conversas, músicas, risadas, paradas inesperadas e a curiosidade genuína de quem vê tudo com olhos de descoberta, ela transformou cada quilômetro em uma experiência ainda mais especial. Viajar com ela fez com que eu observasse cada paisagem com mais atenção e valorizasse ainda mais cada momento da jornada.


Um Omã muito diferente das manchetes


Enquanto os noticiários frequentemente retratam o Estreito de Ormuz como um dos pontos mais estratégicos e sensíveis do planeta, nossa experiência em Omã revelou uma realidade completamente diferente, a mais de mil quilômetros dali.


Enquanto Ormuz, no extremo norte do país, controla a passagem entre o Golfo Pérsico e o Golfo de Omã, Salalah se abre para o sul, voltada para o Mar da Arábia e para a imensidão do Oceano Índico.


Foi nesse cenário que encontramos um Omã distante das manchetes: estradas praticamente desertas, uma sensação constante de tranquilidade, segurança e liberdade, e paisagens grandiosas que pareciam se estender infinitamente até o horizonte.


Entre montanhas, planícies e desertos sem fim, descobrimos uma Península Arábica marcada não pela tensão geopolítica, mas pela força da natureza, pela hospitalidade de seu povo e pela beleza silenciosa de seus espaços abertos.


Primeira parada: Nizwa


Saímos de Dubai antes do anoitecer e seguimos rumo a Nizwa, uma das cidades mais antigas e emblemáticas de Omã.


Antiga capital do país e importante centro político, religioso e cultural, Nizwa representa um mergulho na alma omanita. Cercada pelas montanhas Al Hajar e por extensos palmeirais, a cidade abriga o impressionante Forte de Nizwa, construído no século XVII.


Sua monumental torre circular, uma das maiores da Península Arábica, oferece vistas panorâmicas da cidade histórica e relembra o papel fundamental que Nizwa desempenhou na formação e no desenvolvimento de Omã ao longo dos séculos.


Dormimos aos pés do forte e, na manhã seguinte, iniciamos a etapa mais desafiadora da jornada.


A travessia pelo coração do deserto


A partir dali, a estrada tornou-se protagonista.


Quilômetros e mais quilômetros de deserto se estendiam à nossa frente, interrompidos apenas por pequenas cidades, poucos postos de combustível e camelos que surgiam inesperadamente próximos à pista.


A paisagem tinha algo de hipnótico. Em muitos trechos, não havia nada além de asfalto, areia e céu. O vento levantava redemoinhos dourados sobre a rodovia enquanto dunas avançavam lentamente em direção ao acostamento.


Algumas horas pareciam durar minutos; outras, uma eternidade. Mas era justamente nessa imensidão que a viagem revelava sua essência.


Fizemos paradas estratégicas em Haima e Thumrait para abastecer e descansar. Foram mais de oito horas atravessando o coração de Omã até que os primeiros sinais da região de Dhofar começaram a surgir. Salalah estava cada vez mais próxima.


Quando Omã começou a lembrar a Bahia


A chegada ao sul do país trouxe uma mudança surpreendente de cenário.


Mesmo em maio, fora da temporada do Khareef — a monção que transforma a região em um dos lugares mais verdes da Península Arábica — Salalah impressiona pela diversidade de suas paisagens. Foi ali que vivi uma das maiores surpresas da viagem.


Depois de nove anos morando na Bahia, jamais imaginei encontrar, no extremo sul de Omã, paisagens capazes de despertar lembranças tão familiares. Em vários momentos, tive a sensação de estar revisitando cenários do Nordeste brasileiro.


Em Wadi Darbat, os vales abertos, as formações rochosas e os cursos d'água que cortam a paisagem lembravam regiões do interior baiano, onde a natureza se impõe de forma grandiosa e silenciosa.


As praias mais surpreendentes da viagem


O litoral revelou uma surpresa ainda maior.


Fazayah Beach, Mughsail Beach, Coconut Beach, Al Haffa Beach e Dahariz Beach exibem uma beleza impressionante, com extensas faixas de areia clara, coqueiros balançando ao vento e o azul intenso do Oceano Índico.


Em diversos momentos, a paisagem me transportou para praias da Bahia.


Coconut Beach, em especial, poderia facilmente ser confundida com algum trecho preservado da Costa do Dendê, do litoral sul baiano ou até mesmo de Itaparica.


A combinação de mar cristalino, areia branca e coqueirais cria uma atmosfera tropical completamente diferente da imagem que muitos fazem da Península Arábica.


As nascentes de Ayn Razat e Ayn Athum, mesmo durante a estação seca, também impressionaram. Os tons dourados das montanhas contrastavam com a vegetação que resiste ao clima árido de maio, criando cenários que reforçam a extraordinária diversidade geográfica de Omã.


O legado da Rota do Incenso


Outro destaque foi o Museum of the Frankincense Land, que ajuda a compreender por que essa região foi tão importante para o mundo antigo.


Durante séculos, Dhofar esteve no coração da Rota do Incenso, responsável pelo comércio de uma das mercadorias mais valiosas da Antiguidade.


Foi ali que entendemos que o verdadeiro tesouro de Omã talvez nunca tenha sido o petróleo, mas sua extraordinária herança cultural, suas montanhas silenciosas e sua conexão histórica com algumas das mais antigas rotas comerciais do planeta.


A longa estrada de volta


A viagem de volta foi um desafio à parte.


Foram aproximadamente 16 horas de estrada cruzando novamente o deserto omanense até Dubai. Longos trechos sem cidades, pouca iluminação, vento constante e a repetição quase meditativa da paisagem. Mas, curiosamente, o cansaço não é a lembrança que permanece.


O que ficou foi a sensação de liberdade. As conversas durante a madrugada com minha pequena copilota, os horizontes infinitos, as paradas improvisadas, as descobertas inesperadas e a certeza de que cada curva poderia revelar algo novo.


Muito mais do que uma viagem


Ao final dessa jornada, percebi que viajar é muito mais do que colecionar destinos. É descobrir conexões improváveis entre lugares distantes.


Quem imaginaria encontrar, no sul de Omã, paisagens capazes de despertar memórias da Bahia? Quem imaginaria que, entre desertos e montanhas, existiriam praias tropicais, vales exuberantes e cidades carregadas de história?


Mais do que uma viagem entre Dubai e Salalah, esta foi uma travessia por um território que desafia estereótipos e recompensa quem se permite ir além do óbvio.


Voltamos com muito mais do que fotografias. Voltamos com uma nova perspectiva sobre a Península Arábica e com a certeza de que ainda existem destinos autênticos, preservados e profundamente conectados às suas raízes culturais.


Talvez essa tenha sido a maior descoberta de todas. Algumas viagens nos encantam; outras nos transformam. Omã fez as duas coisas. E deixou em nós uma vontade irresistível de continuar explorando o mundo em busca dessa mesma combinação rara de natureza exuberante, história viva e riqueza cultural.


Porque, quando uma jornada consegue nos surpreender a cada quilômetro — e quando temos a sorte de compartilhá-la com quem amamos — ela não termina quando voltamos para casa. Ela se torna inspiração para todas as aventuras que ainda estão por vir.


Exploring the Arabian Peninsula South of the Strait of Hormuz


More than 3,000 kilometers, 40 hours behind the wheel, and an unexpected discovery: an Oman of tropical beaches and landscapes that brought back memories of Northeastern Brazil.


Beyond the Road Between Dubai and Salalah


What lies beyond the highways connecting Dubai to Salalah?


We set off with modest expectations and returned with a collection of memories that transformed a simple road trip into one of the most meaningful journeys we have ever experienced.


Over six days, we covered more than 3,000 kilometers, spent nearly 40 hours behind the wheel, and crossed a region that revealed a side of the Arabian Peninsula few travelers ever get to see. South of the Strait of Hormuz, we found far more than desert landscapes. We discovered historic cities, dramatic mountains, untouched beaches, lush valleys, and a level of hospitality that accompanied us every step of the way.


And I had the best co-pilot I could have asked for: my 10-year-old daughter.


Through conversations, music, laughter, spontaneous stops, and her endless curiosity, she turned every mile into something special. Traveling with her made me slow down, pay closer attention to the world around me, and appreciate the journey in ways I might otherwise have missed.


An Oman Far Removed from the Headlines


While international news often portrays the Strait of Hormuz as one of the world's most strategic and sensitive waterways, our experience in Oman revealed a completely different reality more than a thousand kilometers away.


While Hormuz, in the country's far north, controls the gateway between the Persian Gulf and the Gulf of Oman, Salalah opens southward toward the Arabian Sea and the vast expanse of the Indian Ocean.


There, we discovered an Oman far removed from the headlines: nearly empty roads, an overwhelming sense of safety, freedom, and tranquility, and landscapes that seemed to stretch endlessly toward the horizon.


Between mountains, open plains, and endless desert, we encountered an Arabian Peninsula defined not by geopolitics, but by nature, hospitality, and the quiet beauty of wide-open spaces.


First Stop: Nizwa


We left Dubai before sunset and headed toward Nizwa, one of Oman's oldest and most iconic cities.


Once the country's capital and a major political, religious, and cultural center, Nizwa offers a glimpse into the heart of Omani heritage. Surrounded by the Al Hajar Mountains and vast date palm groves, the city is home to the magnificent Nizwa Fort, built in the 17th century.


Its massive circular tower, one of the largest in the Arabian Peninsula, offers sweeping views of the historic city and serves as a reminder of Nizwa's crucial role in shaping Oman throughout the centuries.


We spent the night beneath the fort's walls and, the following morning, began the most challenging stage of our adventure.


Crossing the Heart of the Desert


From that point on, the road became the main attraction.


Mile after mile of desert stretched before us, interrupted only by small towns, occasional fuel stations, and the surprising appearance of camels wandering near the highway.


There was something almost hypnotic about the landscape. In many stretches, there was nothing but asphalt, sand, and sky. Golden dust devils danced across the road while dunes slowly crept toward the pavement.


Some hours felt like minutes; others seemed endless. Yet it was precisely within that vast emptiness that the journey revealed its true essence.


We made strategic stops in Haima and Thumrait to refuel and rest. After more than eight hours crossing the heart of Oman, the first signs of the Dhofar region began to appear. Salalah was getting closer.


When Oman Started to Feel Like Brazil


Arriving in southern Oman brought an unexpected change of scenery.


Even in May, outside the Khareef season—the annual monsoon that transforms the region into one of the greenest places in the Arabian Peninsula—Salalah impresses with its remarkable diversity of landscapes. It was there that I experienced one of the biggest surprises of the trip.


After spending nine years living in Bahia, Brazil, I never expected to find landscapes in southern Oman that felt so familiar. More than once, I felt as though I were revisiting parts of Northeastern Brazil.


At Wadi Darbat, the open valleys, rock formations, and flowing streams reminded me of areas of Bahia's countryside, where nature expresses itself in both grandeur and silence.


The Most Surprising Beaches of the Journey


The coastline delivered an even greater surprise.


Fazayah Beach, Mughsail Beach, Coconut Beach, Al Haffa Beach, and Dahariz Beach reveal a stunning shoreline of white sand, swaying palm trees, and the deep blue waters of the Indian Ocean.


At times, the scenery felt remarkably similar to the beaches of Bahia.


Coconut Beach, in particular, could easily be mistaken for a secluded stretch of the Costa do Dendê, southern Bahia, or even Itaparica Island.


The combination of crystal-clear water, white sand, and coconut groves creates a tropical atmosphere that challenges many people's perception of the Arabian Peninsula.


The springs of Ayn Razat and Ayn Athum were equally impressive. Even during the dry season, the contrast between the golden mountains and the resilient greenery highlighted Oman's extraordinary geographical diversity.


The Legacy of the Frankincense Route


Another highlight was the Museum of the Frankincense Land, which helps explain why this region played such an important role in the ancient world.


For centuries, Dhofar stood at the heart of the Frankincense Trade Route, supplying one of antiquity's most valuable commodities.


It was there that we realized Oman's true treasure may never have been oil, but rather its remarkable cultural heritage, its silent mountains, and its connection to some of humanity's oldest trade routes.


The Long Road Home


The return journey presented its own challenge.


Nearly sixteen hours on the road took us back across the Omani desert toward Dubai. Long stretches without towns, minimal lighting, constant winds, and the almost meditative repetition of the landscape defined the drive. Yet surprisingly, fatigue is not what I remember most.


What remains is a profound sense of freedom: the late-night conversations with my young co-pilot, the endless horizons, the spontaneous stops, the unexpected discoveries, and the certainty that every bend in the road might reveal something new.


Much More Than a Road Trip


By the end of the journey, I realized that travel is about far more than collecting destinations. It is about discovering unlikely connections between distant places.


Who would have imagined finding landscapes in southern Oman capable of awakening memories of Bahia? Who would have expected tropical beaches, lush valleys, and historic cities hidden among deserts and mountains?


More than a road trip between Dubai and Salalah, this was a journey through a land that challenges stereotypes and rewards those willing to venture beyond the obvious.


We returned with much more than photographs. We returned with a new perspective on the Arabian Peninsula and with the certainty that authentic, preserved destinations still exist—places deeply connected to their cultural roots.


Perhaps that was the greatest discovery of all. Some journeys inspire us. Others transform us. Oman did both. And it left us with an irresistible desire to keep exploring the world in search of that same rare combination of breathtaking nature, living history, and cultural richness.


Because when a journey surprises you at every mile—and when you are fortunate enough to share it with someone you love—it does not end when you return home. It becomes the inspiration for every adventure that follows.

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Com base em um estudo americano feito no segundo semestre de 2020, pela Universidade de Stanford, a pandemia do novo coranavírus afetou a saúde mental de atletas de alto rendimento, e os esportistas alegaram falta de motivação para treinar em meio a tantas restrições impostas e incertezas. Mesmo com amplas implicações nas comunidades atléticas, no paraquedismo a motivação se manteve presente, mesmo que para uma minoria de sorte! Até porque o paraquedismo contribui para reduzir o estresse e controlar a ansiedade. É fato que a pandemia trouxe preocupações, mas também fortaleceu a paixão de voar para os amantes do paraquedismo. As mudanças no cenário global não afastaram quem realmente estava determinado a aprender sobre um esporte tão especial, radical e para poucos! Assim foi com a dupla, pai e filha, Ivan e Vitória. Desde o início, a dupla estava determinada a saltar. Marcaram o curso teórico no dia seguinte ao salto duplo, modalidade em que o instrutor faz todos os procedimentos. Embarcaram no curso AFF (Accelerated Free Fall) para voarem com o próprio paraquedas, seguindo uma metodologia moderna e eficiente, com segurança e queda livre acelerada desde o primeiro salto, visando o voo solo. Porém, antes de saltarem no primeiro nível do curso, a OMS considerou o novo coronavírus uma pandemia, dando início ao primeiro isolamento social. Mas, focados em seus objetivos, a dupla familiar não mediu esforços para seguir em frente, sempre atentos às recomendações de prevenção dos principais protocolos do Brasil e do Mundo, incorporadas ao Protocolo de Prevenção da Confederação Brasileira de Paraquedismo. Nessa fase, eles refizeram a teoria três vezes devido à primeira quarentena de meses que fechou as atividades do paraquedismo sem data certa para a reabertura. Entretanto, mantiveram-se afiados aos procedimentos até que, quando houve o fim do isolamento, realizaram os saltos de reciclagem exigidos pelo código esportivo brasileiro com base na sua categoria. Na Blue Sky, além de profissionais apaixonados pelo esporte, os instrutores possuem certificação nacional e internacional. Sabem que esse esporte, apesar de radical, contribui para a tomada de decisão, adaptação às mudanças, discernimento, autoconfiança, autoconsciência, persistência, comprometimento, iniciativa, eficiência, eficácia e autonomia. Então toda a sua abordagem levou em consideração os aspectos emocionais intensificados pela pandemia. Mas não acabou aí tamanha motivação. Após a segunda quarentena que parou as atividades mais uma vez no Centro Nacional de Paraquedismo, em Boituva/SP, encararam um treinamento de Basic Body Flight (BBF) para desenvolver e aperfeiçoar o voo em um simulador (túnel de vento) enquanto as atividades no céu permaneceram fechadas. Em seguida, e com base no novo decreto da Prefeitura Municipal de Boituva, as atividades retornaram para atletas e alunos. Agora, a dupla Ivan e Vitória poderão dar continuidade à tão sonhada mudança de categoria, sempre lembrando que o uso de máscara permanece item obrigatório e parte do check list dos que nasceram para voar.
25 de setembro de 2020
Em pleno ano de 2020, o racismo é a causa de boa parte das mortes de pessoas negras no Brasil. Estatisticamente, negros assassinados morrem mais do que brancos, cerca de 132% a mais, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea. Dados da CPI do Senado Federal diz que “um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos no país”. Fatos esses que se devem às diferenças socioeconômicas, principalmente à discriminação no mercado de trabalho, aflorando a desigualdade social que assombra o país por séculos: ser negro é ter menos acesso às oportunidades e resulta em baixa expectativa de vida. E, em meio a uma pandemia, presenciamos o Black Lives Matter , o maior movimento de protesto da história norte-americana com alcance geográfico em diversas comunidades do mundo e com amplo tempo de duração, e que aumentou a visibilidade à discriminação racial e à violência. De certa forma, a pandemia fez com que todos ficassem mais tempo em casa se sensibilizando mais com os outros, interagindo mais com as questões da humanidade e, como consequência, inspirando positivamente as pessoas. A Paraquedismo Blue Sky apoia o movimento e repudia qualquer forma de preconceito, independente de modismos e redes sociais. Usa apenas hashtags que a representa. Ela está conectada com a realidade e busca pela realização contínua e incessante da sua missão de transformar a vida das pessoas, com alegria, diversão e responsabilidade, proporcionando mais felicidade para elas. Acredita que é necessário cobrar mais atitude a tudo o que está errado, seja colocando a voz nas ruas, manifestando, lutando. Imprescindível que leis mais severas sejam adotadas, bem como políticas de apoio à diversidade e à população negra. Basta!
22 de setembro de 2020
Não existe mito para esse segmento. Existe sim um atendimento livre de preconceitos e focado no cliente, suas necessidades e desejo de realizar o sonho de voar. A Blue Sky sabe respeitar as diferenças e apoia o movimento LGBTQIA+. Seu intuito vai além de abraçar a frente dessa causa: ela quer transformar a vida das pessoas com alegria, diversão e responsabilidade, sem distinções. Basta ser um amante ou iniciante nos esportes radicais. O que para uns é preconceito, para a Blue Sky é missão, é propósito! Vivemos em um mundo em que os direitos conquistados com muito suor estão cada vez mais ameaçados, e incluir pessoas é um ato de coragem para um futuro muito mais sustentável. Enfrentar com dignidade tudo o que se opõe às minorias é parte da história e visão da Blue Sky. E, se fazemos parte de um país que possui um dos maiores índices de assassinatos motivados por homofobia e homicídios de pessoas trans , cabe à Blue Sky acreditar que cada um deve fazer a sua parte e que as diferenças só agregam em todos os ambientes que envolvem a raça humana.
9 de janeiro de 2020
Ela chegou como acompanhante de um grupo de amigos e familiares e não estava agendada para saltar. Na hora, decidiu fazer um salto duplo. Quinze dias depois, ela voltou e fez o curso na Paraquedismo Blue Sky.
2 de janeiro de 2020
Segundo Hugo Leitão, o paraquedismo transformou a sua vida porque ele acredita no esporte como algo extremo! "É feroz e exige concentração total, muita disciplina e treinamento", diz ele. Foi assim que conheceu uma nova forma de viver a vida, com um propósito que supera o simples ato de se jogar de uma avião, buscando benefícios que vão além da adrenalina porque existe a possibilidade de fazer algo que só depende de si mesmo ao salvar a própria vida, comandando o paraquedas. Ele afirma: "quando estou voando, estou completo, estou feliz...!" Acima, uma bela foto tirada por Hugo em um salto na Blue Sky.
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